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N.º 1
Caro Leitor,
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Vimos, através da publicação desta newsletter mensal, informá-lo das actividades e projectos da Porto Vivo, SRU.
Uma vez que se trata do primeiro número, gostaria de lhe deixar umas palavras sobre a nossa Sociedade, sobre a sua natureza, os seus objectivos e as funções.
A Porto Vivo, SRU foi criada a 27 de Novembro de 2004, como uma sociedade de capitais públicos, cujos accionistas são o Instituto Nacional de Habitação, com 60% e a Câmara Municipal do Porto com os restantes 40%.
Esta Sociedade tem como missão promover a reabilitação do património construído degradado, a revitalização económica e social e a requalificação ambiental da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU) da Cidade do Porto.
De forma a estabelecer prioridades, a Porto Vivo, SRU, no quadro do Masterplan recentemente discutido e aprovado, estabeleceu 6 principais vectores de desenvolvimento, sendo eles: Re-habitação; desenvolvimento e promoção do negócio na Baixa do Porto, revitalização do comércio; dinamização do turismo, cultura e lazer; qualificação do domínio público e acções estratégicas.
Quando mencionamos a Re-habitação consideramos que se torna indispensável uma nova política de habitação, que verse não só a melhoria de condições de espaços já ocupados, como também a criação de novas condições no apoio aos proprietários e moradores de forma a promover a instalação de famílias no centro da cidade.
O negócio é imprescindível para a afirmação da Baixa na cidade e da cidade na região do Norte de Portugal. Deverá surgir uma forte aposta na criação de novas empresas, na promoção da investigação, criatividade, conhecimento e inovação, bem como na criação de condições para a fixação de negócios que suportem o processo de revitalização da Baixa.
Torna-se igualmente importante a necessidade de criar uma estratégica para o comércio, que se apoie na identidade própria e tradicional da Baixa Portuense. É fulcral revitalizá-lo aumentando a sua competitividade e sustentabilidade.
Não menos importante são as características ambientais e do edificado da cidade, complementadas com a rede cultural e de lazer, as quais serão a base para uma nova política de turismo ligada à cultura, aos negócios e ao conhecimento.
Todos estes vectores fazem com que o espaço público seja fundamental à estratégia de reabilitação urbana. Para tal a Porto Vivo, SRU propõe-se actuar, no âmbito das Unidades de Intervenção que forem sendo estabelecidas, a 3 níveis: na requalificação das infra-estruturas, na reabilitação dos espaços públicos já existentes, na criação de novos espaços de lazer e na reorganização da mobilidade.
Tendo em conta os factores acima destacados realçamos ainda as acções estratégicas como medidas de excepção para o sucesso da operação, entre as quais: a rede de eléctrico para a mobilidade, a frente ribeirinha para o lazer e o turismo, o Parque da Inovação para os negócios e o Mercado do Bolhão como âncora comercial e cultural.
Como pode constatar, após a leitura deste texto, não se trata de um trabalho simples e de execução rápida. No entanto a Porto Vivo, SRU acredita no sucesso do projecto e conta com o seu apoio, bem como com o de todos os portuenses, para o fazer chegar longe.
Agradeço o interesse que demonstrou ao assinar esta newsletter e despeço-me, com os meus melhores cumprimentos,
Presidente do Conselho de Administração da Porto Vivo, SRU
Arlindo Marques Cunha
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Porto Vivo, SRU cria Programa “Viv´a Baixa” de incentivos à reabilitação
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A Porto Vivo, SRU já arrancou com o programa “Viv´a Baixa”. O qual tem como principal objectivo a dinamização de operações de reabilitação física dos prédios implantados na Zona de Intervenção Prioritária, através de equipamentos e materiais de construção a custos inferiores aos actualmente praticados no mercado.
Estes materiais serão fornecidos pelos 16 parceiros do Programa, sendo eles a PT, Portgás; Ferfor; Lexilam; Hermética, Iberlim; Kokkener; Lusoceram; Mesquita; Metahoude; Novinco; Roca; Weber; Schindler e Vulcano.
As pessoas que estiverem interessadas em aderir ao programa, quer sejam fornecedores de serviços e materiais, quer sejam os próprios proprietários poderão comunicar o seu interesse de adesão entrando em contacto com os serviços da Loja da Reabilitação Urbana, através do número telefónico: 22.2071310.
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Loja da Reabilitação Urbana supera expectativas
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A Loja da Reabilitação Urbana da Baixa Portuense foi constituída formalmente, dia 16 de Setembro, através de um protocolo firmado entre a Porto Vivo, SRU, CMP, e a FDZHP (Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto).
Esta é um local de atendimento geral e de informação aos cidadãos e investidores sobre todos os assuntos relacionados com a revitalização da Baixa Portuense.
Situada no Largo do Duque da Ribeira, nº 15 a 47 no Porto, a Loja de Reabilitação Urbana é o local de recepção de pedidos de informação prévia e de projectos de reabilitação de edifícios localizados na Zona de Intervenção Prioritária, sendo responsável pela gestão de programas de incentivos à reabilitação do edificado e à promoção do sector da habitação de iniciativa da Porto Vivo, SRU.
Até então, a Loja da Reabilitação tem registado uma elevada procura por parte de vários interessados no processo de reabilitação. Só no primeiro dia de actividade registou um total de 40 visitantes. Já nesta altura a média diária ronda as 30 visitas.
A Loja da Reabilitação Urbana está aberta às segundas, terças, quintas e sextas – feiras, das 9h00 às 17h00 e às quartas-feiras, das 9h00 às 20h00.
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“Sé” já tem previsto programa de Reabilitação
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A Porto Vivo, SRU, juntamente com a CMP e o INH deu a conhecer publicamente dia 21 de Setembro, o “Programa de Reabilitação da Sé”.
Este programa tem como principais objectivos a reabilitação física do edificado da Sé, a dinamização do eixo estruturante: Terreiro da Sé/ Rua Escura/ Rua da Bainharia/ Rua dos Mercadores; a integração espacial da Sé no contexto da Baixa; a valorização dos padrões de cidadania e a atracção de novos residentes para esses mesmos locais, com vista ao equilíbrio social.
A intervenção, cujo plano de actuação está previsto até 2011, envolve 17 quarteirões compostos por 285 edifícios, na sua maioria privados. Mais de 170 desses imóveis (60%) encontram-se em mau estado. De acordo com o censos 2001, dos 1713 residentes, 53% são declarados como não tendo actividade económica, 37% estão empregados e 10% estão desempregados.
À semelhança de modelos europeus, como é, por exemplo, o caso de Barcelona, foi criado o conceito inovador de Gestor de Área Urbana, figura que terá o papel de dinamizar todo o processo de implementação do “ Programa de Reabilitação da Sé”.
O primeiro grande pilar das acções a executar consiste, portanto, na implementação da Gestão da Área Urbana em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento da Zona História do Porto (FDZHP), além da disponibilização de mecanismos de apoio à reabilitação do edificado, tais como os programas “Viv´A Baixa” (Porto Vivo, SRU), “RECRIA/REHABITA” (CMP/INH) e “Amar a Sé -Apoio Municipal para Acções de Reabilitação” (CMP).
Neste programa de reabilitação merecem especial atenção os casais jovens, estudantes e idosos, bem como o incremento da oferta de alojamento turístico.

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Porto Vivo, SRU apoia Casa Porto 2005
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A Casa Porto surge como uma inovadora exposição de design de ambientes, que a cidade do Porto acolhe com orgulho e especial interesse.
Com o intuito de sensibilizar toda a população, em especial os jovens, para a arte, a arquitectura, o design de interiores e, principalmente, para a reconstrução de edifícios, a Porto Vivo, SRU apoia o evento, que terá lugar na antiga e emblemática Pensão Monumental na Avenida dos Aliados.
Esta associação à Casa Porto 2005 é ainda importante, por permitir apelar ao interesse de investidores e demais responsáveis na reabilitação urbana.
Com o apoio a iniciativas deste género, a Porto Vivo, SRU, pretende reafirmar a qualidade de oferta existente na Baixa portuense bem como a promoção da reabilitação do património construído, hoje bastante degradado, a revitalização económica e social e ainda a requalificação ambiental, para se afirmar como uma forte centralidade urbana do Porto e mesmo do País.
Torna-se, assim, indispensável uma nova política de habitação, que advém duma melhoria de condições dos espaços degradados e de uma re-habitação, criando condições preferenciais no apoio aos proprietários e aos moradores, de modo a promover a instalação de famílias no centro da cidade.
Por todos os motivos, a existência de um evento como a Casa Porto 2005 servirá de motor à motivação e sensibilização dos diferentes públicos, para a crescente afirmação da cidade do Porto e do país no mais sofisticado meio cultural nacional e internacional.
Nesse mesmo edifício, a Porto Vivo, SRU explora um espaço, que tem como propósito dar a conhecer a Sociedade, a Loja da Reabilitação e os seus parceiros. De destacar é a presença da maior maqueta da Cidade do Porto alguma vez feita. A entrada neste stand é livre.
A Casa Porto 2005 decorrerá na Avenida dos Aliados nº 179, de 12 a 27 de Novembro, todos os dias das 12:00 às 20:00, com excepção de sextas e sábados em que estará aberta das 12:00 às 24:00.
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