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Palácio das Artes ganha Prémio João de Almada
O Prémio João de Almada distingue a recuperação de património arquitectónico na Cidade do Porto

Unidade de Alojamento Turístico

TIPOLOGIA DA OPERAÇÃO:
Desenvolvimento económico - recuperação de edifícios e espaços para a instalação de novas actividades económicas.

Desenvolvimento cultural - recuperação e valorização do património cultural, incluindo desde que possível, a refuncionalização do património edificado em desuso

DESCRIÇÃO:

Esta operação consiste na criação de uma unidade de alojamento turístico no Morro da Sé, conforme previsto no Documento Estratégico do Quarteirão dos Pelames (aprovado em Conselho de Administração da Porto Vivo, SRU a 8 de Abril de 2008).

Trata-se de criar uma área de alojamento para turistas no Morro da Sé.
A área de intervenção destinada ao equipamento, que se distribui por 6 edifícios, é de cerca de 3 500 m2.

A opção da localização tem que ver com três realidades: i) a proximidade de uma das “portas” do Morro da Sé e da Estação de Metro (que liga ao aeroporto) e da Estação de Caminho-deferro; ii) o posicionamento territorial que usufrui de uma excelente paisagem sobre a Sé-Catedral e sobre o casario do tecido urbano do Morro da Sé e sobre o Morro da Vitória, parte integrante do Centro Histórico; e iii) a realidade do quarteirão em causa, o único que ainda permite criar um logradouro de fruição colectiva, por parte das parcelas que o definem.

Esta operação cruza-se com o objectivo estratégico de reforçar a componente turística de uma área de elevado valor patrimonial, contrariando o facto de os turistas apenas por aqui passarem e estarem impedidos de aqui permanecerem instalados por falta de oferta de alojamento.

A permanência de turistas no Morro da Sé, é também uma oportunidade para o desenvolvimento de actividades por parte da população, pelo que este Programa de Acção, no âmbito das operações da Gestão de Área Urbana aponta iniciativas com esse fim, e, por outro lado, aumenta uma procura e um tipo de procura, que naturalmente farão surgir o aparecimento de novas actividades económicas.

LOCALIZAÇÃO:

No Morro da Sé, no quarteirão dos Pelames, com frentes para as Ruas dos Pelâmes, Rua do Corpo da Guarda e Travessa de S. Sebastião, junto à Avenida da Ponte que será, a médio prazo, alvo de um projecto de regeneração urbana e recomposição do tecido.

OBJECTIVOS:

Objectivos do Programa de Reabilitação do Morro da Sé OPERAÇÃO 2 – CRIAÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALOJAMENTO TURÍSTICA
Atracção de novos residentes visando equilíbrio social Criação de cerca de 50 quartos para turistas
Reabilitação física do edificado Reabilitação de cerca de 5.000 m2
Integração espacial da Sé no contexto da Baixa  
Valorização dos padrões de cidadania  
Dinamização do eixo estruturante Terreiro da Sé/Rua Escura/Rua da Bainharia/Rua dos Mercadores Criação de 962 m2 de áreas comerciais

Outros objectivos:
- Preservação do Património
- Dinamização do Morro da Sé
- Dotação do Morro da Sé com equipamentos vocacionados para a comunidade turística

MODELO DE OPERACIONALIZAÇÃO:

Esta projecto será desenvolvido em parceria entre a Porto Vivo, SRU e o Consórcio Novopca Construções, SPRU, Novopca Imobiliária, liderado pela Novopca Imobiliária. Este consórcio foi seleccionado por concurso público, com o objectivo de celebrar um Contrato de Parceria para a criação de uma Unidade de Alojamento Turístico no Morro da Sé .À Porto Vivo, SRU cabe a disponibilização do conjunto de prédios em direito de superfície. Parte dos prédios são propriedade da Porto Vivo, SRU, sendo que a restante parte (1.984 m2) são propriedade privada, que a Porto Vivo, SRU está a expropriar no âmbito do projecto de reabilitação. Estas
expropriações ocorrerão de acordo com Decreto Lei 104/2004, que legitima a Porto Vivo, SRU a expropriar fazendo cumprir a estratégia aprovada em sede de Documento Estratégico. A Porto Vivo, SRU será assim, proprietária plena dos edifícios destinados à Unidade de Alojamento Turístico.

No âmbito da parceria estabelecida, será concedido ao consórcio o direito de superfície por 50 anos, sendo este responsável pela concepção, execução e exploração da Unidade de alojamento Turístico.

O Consórcio composto por uma empresa com Alvará de construção e por uma empresa com experiência na exploração de residências colectivas (ambos requisitos do concurso público) será o responsável pela Operação 2 – Criação de uma Unidade de Alojamento Turístico.

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